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28 out 2016

Parceria Brasil-Armênia prevê intercâmbio em pesquisa agrícola e ampliação do comércio

Brasil e Armênia estabeleceram acordo de intercâmbio de informações científicas no setor agrícola. A primeira visita de cientistas armênios à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) está prevista para maio do próximo ano. A cooperação entre os dois países foi acertada durante encontro entre o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, e o primeiro-ministro do país, Karen Karapetyan.

A Armênia foi o último país visitado pela missão do Mapa à Europa e à Ásia, comandada por Novacki, para ampliar a participação do agronegócio brasileiro no comércio mundial. O secretário-executivo revelou que também ficou acertado que os dois governos vão promover um encontro entre empresários do setor agropecuário para intensificar os negócios bilaterais. Os principais produtos exportados pelo Brasil para os armênios são carne suína, café, açúcar e fumo.

A visita ao país é resultado de um memorando de entendimento assinado entre os presidentes do Brasil e da Armênia em agosto deste ano. O presidente Michel Temer manifestou interesse na aproximação com o país asiático, que tem importante papel econômico na região. A Armênia ingressou recentemente na União Econômica Euroasiática (UEEA) – também formada pela Rússia, Bielorrússia, Cazaquistão e Quirguistão – e vem se consolidando como um grande centro regional de distribuição de mercadorias.

A missão comandada por Novacki teve início no dia 30 de setembro, com a participação do secretário-executivo no painel da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma, no qual falou sobre “Tendências de longo prazo dos preços das commodities e desenvolvimento agrícola sustentável”.

Em seguida, Novacki esteve no Japão, onde negociou a retomada da exportação de carne termoprocessada e iniciou as negociações para a abertura de carne in natura. Na Rússia, foi acertada a vinda de uma missão, já no início de dezembro, para inspecionar plantas frigorificas de carnes bovina, suína, aves e lácteos.

Fonte: MAPA

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28 out 2016

Consórcio de máquinas agrícolas cresce 40% nos últimos dois anos

Apesar das vendas de máquinas agrícolas terem apresentado queda no acumulado do ano, outra forma de comercialização tem ganhado espaço no mercado. A procura por consórcio agrícola cresceu cerca de 40% nos últimos dois anos. A falta de crédito e os pagamentos mais facilitados desta modalidade têm atraído os produtores rurais.

Segundo o último levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), em meados de 2014 havia quase 63 mil consorciados no segmento, o número saltou para 88 mil neste ano, alta de 13% nos últimos 12 meses.

A opção é uma das mais viáveis para quem consegue se planejar e não tem urgência na troca das máquinas “Com a situação econômica desfavorável, em contraponto com a agricultura e pecuária em crescimento, o consórcio contribui com esse setor por seu custo baixo, prazos longos e diversidade nas formas de pagamento”, afirma o presidente da Abac, Paulo Roberto Rossi.

Os créditos oferecidos neste tipo de operação variaram entre R$ 73,5 mil e R$ 619,9 mil. Os implementos agrícolas e rodoviários responderam pela maior parte dos contratos de consócio, com 37,3%. Seguidos pelos tratores (de roda, de esteira e retroescavadeiras), colheitadeiras e cultivadores mecanizados, com 27,3%, 22,6% e 12,8%, respectivamente.

Fonte: (Infomoney)

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28 out 2016

Autorização para dirigir trator com carteira de categoria B será analisada na CCJ

A Câmara aprovou o projeto em julho de 2015, enviando-o ao Senado. O texto agora aguarda a indicação de relator na CCJ, antes de ser submetido a votação. Depois deverá seguir para o Plenário do Senado.

Desde que o novo Código de Trânsito entrou em vigor, os condutores de tratores ou equipamentos automotores utilizados no trabalho agrícola estão obrigados a obter carteira de motorista de categoria C, destinada a quem dirige veículos no transporte de cargas com peso bruto superior a 3,5 mil quilos. Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado encontra-se projeto que pode acabar com essa exigência.

Trata-se do PLC 107/2015, aprovado na Câmara dos Deputados, que muda o Código de Trânsito para admitir que, na via pública, o condutor com formação profissional e habilitação na categoria B possa dirigir tratores de roda, de esteira ou misto, assim como equipamento automotor, destinado à movimentação de carga ou à execução de trabalho agrícola.

Quando apresentou o projeto em 2011, o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) alegou que esses profissionais exercem atividade específica, raramente travando contato com o trânsito das estradas. Em sua avaliação, na maior parte do tempo, esses tratoristas atuam em propriedades rurais, devendo sua qualificação à experiência prática do dia a dia do trabalho.

O deputado também argumenta que o rigor da norma presente no Código de Trânsito bate de frente com a realidade brasileira, em que grande parte dos que lidam com tratores e máquinas agrícolas, embora tendo conhecimento dos veículos e das regras do trânsito, “sequer foi alfabetizada, sendo incapaz de se submeter ao processo de avaliação formal exigido pela legislação”.

O principal risco identificado pelo parlamentar é de excluir do mercado de trabalho profissionais que não ameaçam a segurança do trânsito, “até mesmo pela natural lentidão e visibilidade dos veículos que dirigem”.

A Câmara aprovou o projeto em julho de 2015, enviando-o ao Senado. O texto agora aguarda a indicação de relator na CCJ, antes de ser submetido a votação. Depois deverá seguir para o Plenário do Senado.

Com informações da Agência Senado

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